You make me happy
My ARTPOP could mean anything.
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“Bernardo era fumante.
Mas seu cigarro não era feito de tabaco ou erva.
O cigarro de Bernardo era feito de palavras.
Palavras que ele muitas vezes não disse,
e que seu pulmão absorvia e expulsava.
A fumaça do cigarro de Bernardo não cheirava a vício,
cheirava a sentimentos e a todas as palavras que ele guardou.”
Sarah Pedra (via onirias)

“Só pra você saber eu esqueci você. E se um dia eu te ligar de madrugada em desespero, é engano.”
Clarice Falcão. (via recontador)


“São as coias que mais amamos, que nós destroem.”
Jogos Vorazes: A Esperança. (via gramatiquei)


Olha bem p minha cara e vê se ta escrito “otária” p ficar correndo atrás de marmanjo , se toca .


“Amo aquilo que acrescenta, alivia, ampara e faz sorrir. Detesto indelicadeza, agressão gratuita, deboche velado e quem deixa o ambiente pesado.”
Clarissa Corrêa.     (via agonizador)

“É bonito manifestar sentimento. E é feio só querer receber. Receber abraço, beijo, comidinha gostosa, carinho, cafuné. Na vida, a lei é clara: a gente dá e recebe. É uma via de duas mãos. Você faz, você leva. É claro que ninguém tem que fazer por merecer, mas em uma relação a gente tem que se preocupar, sim, com as necessidades do outro. E se o outro se sente mais amado com um bilhete, uma surpresa, uma flor, uma carta, um email querido, uma mensagem romântica, não custa nada ser gentil. É bom agradar quem a gente ama. O ruim é ser egoísta e só pensar nas próprias necessidades. Mesmo porque a gente deve pensar o seguinte: é agradando o outro que eu agrado a relação. Se o outro está feliz, ele vai querer a sua felicidade também.”
Clarissa Corrêa  (via ressentiu)

“O amor não é tudo, ainda há a felicidade de uma tarde de molho em livros antigos, o cheiro aguado de chuva na terra, o tempo nublado prometendo choro de céu, e os choros nem sempre são de alegria, assim como os risos nem sempre são de felicidade, há ainda o abraço descompromissado, o beijo desavergonhado, a ficada rápida, ou a transa apenas pelo prazer de um gozo, onde logo após os dois se vestem e vão cada um para sua respectiva casa, cuidar de suas vidas, alimentar os seus cães, dar água as suas trepadeiras ou colocar seus cactos no Sol, eu sempre adorei cactos, apenas por serem duráveis, adoro estas coisas vivas que vivem por mais de vinte anos, mesmo que as vezes você esqueça de alimentar, aguar, ou dar carinho. Mas enfim o amor não é a oitava maravilha do mundo, ainda há os teatros mudos, as cenas de drama, os rótulos de produtos que você nunca perde o tempo analisando, há os pés empoeirados, as unhas clamando uma atençãozinha, uns cutucões. Há os prédios que tapam minha visão de um horizonte pelo qual eu anseio, ois lá deve haver um lugar bonito para viver em paz, e eu vou mesmo que não encontre ninguém para curtir a natureza. Além do amor há os botes sem salva-vidas, há os meus braços que ainda não aprenderam a nadar, há olhos curiosos, que querem relatar o que a câmera não foi capaz de roubar para engravatar em seu interior, ainda há camas com lençóis de linho, com carinho comprado, ou adegas recheadas de vinho barato, pois de álcool eu entendo, e não pretendo gastar o pouco que eu ganho com marca se qualquer coisa fica boa depois da terceira dose. Além do amor há também as ressacas, os tombos, as cavalgadas, os delírios, a masturbação ou adereços que você adquire em qualquer sexy shop. A vida não é só amor, então faz o favor de pensar não somente em Nicholas Sparks, em ouvir apenas poesia, se jogue neste mundo, mudo e sem cor, a aquarela está nas tuas mãos, e o som bate em todos lugares e não apenas em seu coração.”
Secretária da Morte   (via esvaecimento)


“Tudo é denso, tenso, imenso quando penso.”
Eu me chamo Antônio   (via autorias)

“Tem dias que não estou bem nem comigo mesmo.”
Fabrício Bernardo (via n-ublada)

“Como a gente muda, meu Deus. Como os sonhos mudam. Alguns foram embora, me deixaram. Outros cresceram juntinho comigo. Alguns sonhos, impacientes, fizeram as malas e se foram sem ao menos deixar uma foto como lembrança. E eu fico aqui, um pouco saudosa, tentando lembrar o que um dia eu quis.”
Clarissa Corrêa.   (via espeliarmus)